"Velhos são os trapos"Eis um dos provérbios portugueses que nos parece adequado para intitular a nossa referência ao que aconteceu no quartel-sede dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede (BVC), quando a depressão Kristin passou por Portugal continental. Pois bem, a "Maria Regina", nome de baptismo atribuído à viatura aqui retratada, serviu de salvação ao Corpo de Bombeiros, garantindo parte da integridade das instalações e sobretudo de quem nelas se encontrava de serviço na noite da tempestade.



História, valores e ética em forma de livro

"Ao contrário da esmagadora maioria dos livros de história institucional referentes a Bombeiros, nos quais os factos descritos sobre os processos fundacionais decorrem em plena Monarquia, na I República ou durante o período do Estado Novo, o que aqui destacamos tem a particularidade de se reportar ao pós-25 de Abril."



Padre António Luís de Sousa: Um homem de missão!

Pesquisa/Texto: Redacção F&H
Fotos: Arquivo F&H e Arquivo Nacional da Torre do Tombo

"Quem ama não fica de braços cruzados, quem ama serve, quem ama corre para servir, corre empenhado no serviço aos outros."
A frase pertence ao Papa Francisco e foi dita no encontro de voluntários realizado por ocasião da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023.
Entre a ocasião em que o Sumo Pontífice proferiu tais palavras e a presença terrena do nosso homenageado, vai um longo espaço temporal. Ainda assim, a trajectória de vida do segundo parece representar uma antevisão perfeita da essência discursiva do antigo líder da Igreja Católica. Referimo-nos ao Padre António Luís de Sousa (1879-1954), um bombeiro de verdade, a primeira figura eclesiástica que em Portugal viu reconhecida oficialmente a sua função na capelania dum corpo de bombeiros.



Memórias e vestígios de um quartel da "aldeia"

Pesquisa/Texto: Luís Miguel Baptista
Fotos: F&H, Fotold e Arquivo Nacional da Torre do Tombo

O local privilegiado desta espécie de roteiro acolheu o antigo quartel-sede da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique - Cruz Branca (AHBVCO), facto praticamente despercebido, apesar de a construção que serviu de aquartelamento ainda resistir. Descaracterizada e devoluta, justifica, todavia, pela função assumida, que nos detenhamos na preservação teórica do seu passado, transpondo, tanto quanto possível, para a narrativa, os detalhes necessários em ordem a despertar, no imaginário do leitor, os movimentos e os sons que animaram a artéria e fizeram dela praça forte da missão de socorro dos bombeiros portugueses.



Das arenas para a corrida aos incêndios

Pesquisa/Texto: Luís Miguel Baptista
Fotos: Bombeiros Voluntários de Viseu e F&H

Manoel Casimiro d’Almeida (1854-1925), ilustre cavaleiro tauromáquico, fundou em 25 de Março de 1886 a Associação Viseense de Bombeiros Voluntários, actual Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Viseu.
Avô da actriz Mirita Casimiro, é mais um exemplo de que todos nós temos um bombeiro na família.




O fogo da Mundet em 1965

Pesquisa/Texto: Redacção F&H

Em 24 de Junho de 1965, chegavam ao conhecimento de alguns portugueses - porque poucos tinham televisores - impressionantes imagens de um fogo de arder. No seu noticiário nacional, a RTP dava conta da destruição parcial, na véspera, da fábrica de cortiça Mundet, junto à Baía do Seixal.



Museu do Bombeiro de Sintra, uma mais-valia

"Um projecto dessa natureza pode e deve, inclusive, compreender uma abordagem multidisciplinar, porquanto Sintra mantém relação muito estreita e peculiar com a história dos bombeiros portugueses."